Escrevo sem pensar, não quero pensar. Quero sair de mim e talvez quem sabe evaporar. Tornar-me gasosa e confundir-me no pó e com o pó da cidade poluída. Não. Não escrevi isto antes. Escrevi parecido porque hoje não sou apenas eu, porque hoje sou o que já fui. Queria saber o que escrever. Queria saber escrever ou então não saber nada. Se eu não soubesse nada jamais poderia ser responsabilizada por coisa alguma. Hoje já não está sol e as gaivotas voltaram para comer as pombas infestadas de fumo. Voltaram para não me adormecer... Tenho fome, a fome é um sentir angustiante, uma vontade que raramente se sacia. Tenho fome... fome de gaivotas, fome de escrever.j
4 colheres de açúcarcar:
(in)tacto
Deixo uma colher de açúcar neste chá. Bebo o chá na tua companhia, se me permitires.
São doces as tuas palavras... sabem a aconchego.
Agripina Roxo
com duas colheres de açúcar fica mais doce :)
gostas dele mais quente, ou morno? Também tenho gelo se preferires, mas no Inverno sabe melhor quente, não te parece?!
é, vou aquecer mais um pouco e escolho uma chávena bonita.
assim aproveito e trago as bolachas bem embrulhadinhas num sorriso :)
Espero que te saiba bem *
(in)tacto
:)
sim, quentinho.
de sorriso aberto, em partilha de silêncios e palavras, deixamos a noite adocicar os sentidos (com duas colheres de açúcar, então)
as bolachinhas vêm mesmo a calhar :)
rosa
... papel?